Nossa História

O touro mecânico brasileiro nasceu aqui

Em 1984, inspirado no filme Urban Cowboy, Célio Antonio Sigari começou a projetar um equipamento que não existia no país. O protótipo ficou pronto e funcionando em 1986. Em 1989 veio a patente — "aparelho para simulação de montaria" — e com ela a produção em escala e a venda para todo o Brasil.

Célio Sigari ao lado de um touro mecânico Sigari, em foto de 2005
Célio Sigari e sua criação. Registro de 2005.

O criador

O torno debaixo da sombra de uma árvore virou fábrica. A fábrica virou história.

Filho de agricultores de Murutinga do Sul, Célio Antonio Sigari saiu da cidade aos 13 anos e aprendeu o ofício de torneiro mecânico em São Carlos. Voltou industrial: em 1983 ergueu em Murutinga o galpão que é a sede até hoje. Foi dessa fábrica, no ano seguinte, que começou a nascer o que ainda não existia no país.

A patente PI 8904815, depositada em 1989 e concedida pelo INPI em 1996, leva o nome dele. Cada touro mecânico que sai da fábrica carrega um pouco dessa história.

Linha do tempo

Quatro décadas em movimento

  1. 1983

    A sede

    Célio Sigari volta à cidade natal e ergue os primeiros 600 m² do galpão — no mesmo terreno da sede de hoje. O touro ainda não existia; a fábrica, sim.

  2. 1984

    A ideia

    Observando a paixão das pessoas pelo tradicional rodeio de Murutinga do Sul, Célio Antonio Sigari encontrou no cinema o gatilho para uma ideia: em Cowboy do Asfalto (Urban Cowboy), o touro mecânico utilizava dois motores — e ele decidiu construir o seu usando apenas um.

  3. 1986

    Primeiro simulador nacional

    Surge o primeiro simulador de montaria totalmente nacional — o mecanismo que daria origem a toda a indústria brasileira de touro mecânico. Estreia como a principal atração das festas do Clube de Rodeio Sela de Prata — numa época em que ainda não existia colchão inflável: as quedas eram amortecidas por sacos de palha de arroz.

  4. 1989

    A patente

    Em 22 de setembro é depositada no INPI a primeira patente de touro mecânico do Brasil: PI 8904815, "aparelho para simulação de montaria", em nome de Célio Antonio Sigari — concedida em 1996. Ainda em 1989 começa a produção em escala e a venda para todo o território nacional.

  5. 2000

    Painel elétrico

    Depois de mais de uma década nos principais rodeios do Brasil, o equipamento se moderniza: ganha painel elétrico, adapta-se às redes elétricas mais simples e conquista espaço nas pequenas festas.

  6. 2005

    Mercado internacional

    A Sigari chega ao mercado mundial, com distribuição nos Estados Unidos.

  7. 2016

    Reviravolta

    Lançamento do Reviravolta, equipamento de estrutura diferenciada que amplia a linha de diversão.

  8. 2020

    Nova marca

    Renovação da marca Sigari, modernizando a identidade sem perder a tradição.

  9. 2024

    Fábrica ampliada

    Terceira ampliação da sede: de 1.600 m² para 2.600 m² construídos, em um terreno de 10.000 m².

  10. 2026

    9 Pulos

    Lançamento da linha premium 9 Pulos: movimentos mais complexos, níveis progressivos de dificuldade e sistema de pontuação e ranking, que transforma cada evento em competição.

A sede da Sigari, em Murutinga do Sul–SP, vista do alto.

De Murutinga do Sul para o Brasil

O orgulho de uma indústria do interior paulista

Fabricamos aqui, com mão de obra e engenharia próprias, e vendemos para locadores em todo o país. Quando você compra da Sigari, fala direto com quem projeta e constrói cada equipamento.

2.600 m² Construídos
10.000 m² De terreno
1983 Primeiros 600 m²
2024 Última ampliação

Projeto próprio

Cada equipamento da linha foi desenhado aqui. Fabricamos o que projetamos, do primeiro traço ao acabamento.

Robustez

Equipamentos pensados para o uso profissional e intenso da locação.

Experiência

Mais de 35 anos aperfeiçoando simuladores de montaria.

Vamos conversar

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Fale com a Sigari e leve para o seu negócio um equipamento feito por uma das indústrias mais tradicionais do segmento.

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